Como Fazer Reorg do SQL Server 2005

30 10 2009

Mudar  a Forma do Recovery

O primeiro passo seria  separar o Log e os Datafiles , mas como o banco será alterado para o modo Recovery Simple essa ação não será necessário.

Recovery Simple

Esse é o método que será adotado para as bases de dados. O simple não vai fazer gerar mais logs de transações, mais o backup full continuará sendo feito normalmente.

Ao fazer uma transação, essa é armazenada no datafile e no log de transação ao mesmo tempo, com o simple essa transação será armazenada somente no datafile.

Alterar o modo do banco para Simple:

ALTER DATABASE BANCO SET RECOVERY SIMPLE

Ou ainda pelo Management Studio

simple

Comando para fazer o backup da base de dados:

BACKUP DATABASE BANCO TO DISK = ‘CAMINHO\BANCO.BAK’

Ou pelo management Studio

backup

Reindex do Banco

Outro ponto importante é fazer o reindex dos índices das tabelas.

Existe uma Stored Procedure chamada sp_MSforeachtable que permite executar de forma recursiva umreindex para todas as tabelas dentro de um banco de dados com a utilização de uma única linha de código.

EXEC sp_MSforeachtable @command1= “DBCC DBREINDEX (‘?’, ”, 80)”

Importante saber que ao fazer o reindex o SQL faz um clone do banco, sendo assim ele cresce 100%, providencie espaço caso não haja.

SHRINK

No Microsoft SQL Server 2005, você pode reduzir um arquivo de log de transação ou os datafiles de um banco de dados para remover páginas não utilizadas. O mecanismo de banco de dados reutiliza espaço com eficiência.

Primeiramente faça o shrink do banco:

DBCC SHRINKDATABASE (N ‘BANCO’ )

Logo em seguida faça o Shirink dos arquivos ( datafiles, log)

DBCC SHRINKFILE (N ‘DATAFILE’ , 0, TRUNCATEONLY)

DBCC SHRINKFILE (N ‘LOG’ , 0, TRUNCATEONLY)

TRUNCATEONLY

Libera o espaço livre no final do arquivo para o sistema operacional, mas não realiza qualquer movimento dentro do arquivo. O datafile é reduzida apenas a ultima extensão alocada.

Ou pelo Manager

shrirink

Olha …. Consegui números bem significativos …

BANCO 1
Antes:  Database – 23GB   / Log – 180MB
Depois:  Database – 22GB / Log – 20MB
Tempo: Reindex – 31 Min / Shrink – 10Min

BANCO2
Antes: Database – 5GB / Log – 504KB
Depois:  Database – 2,8GB / Log – 504KB
Tempo: Reindex – 30 Min / Shrink – 5Min

BANCO3

Antes: Database – 20GB / Log – 7,5GB
Depois:  Database – 20GB / Log – 20MB
Tempo: Reindex – 45 Min / Shrink – 15Min

E é isso ai minha gente

Beijão

Kenia Milene





CHUCK NORRIS O MELHOR DBA DO MUNDO

13 05 2009

Bom como todos sabem o CHUCK NORRIS é o maior dos maiores ….
E é claro tem a sua forma peculiar de administrar um banco de dados

  • CHUCK NORRIS não faz DELETEs. Ele olha para os registros e eles correm de medo.
  • CHUCK NORRIS não cria PKs. Os registros simplesmente não atrevem-se a duplicar.
  • CHUCK NORRIS não usa LOG. Ele lembra de todos registros que alterou.
  • CHUCK NORRIS não usa LOG. Ele não vai falhar.
  • CHUCK NORRIS não cria INDEXes. Ele sabe que os registros retornarão o mais rápido que puderem.
  • CHUCK NORRIS sabe todos os erros do ORACLE de cor. Porque ele criou eles.
  • CHUCK NORRIS não faz cursos de ORACLE. A ORACLE é que faz cursos com ele.
  • CHUCK NORRIS instala o ORACLE sem ler o manual. (Quem você pensa que é para ter tentado isso?)
  • CHUCK NORRIS instala o ORACLE em um 486. Rodando KURUMIM. Em 2 minutos.
  • CHUCK NORRIS instala o MSSQL Server em um Pentium 100MHZ. Rodando Solaris. A partis dos fontes.
  • CHUCK NORRIS instala o DB2 em um 486. Rodando WINDOWS VISTA. Sem HD.
  • CHUCK NORRIS não tem Certificação. São as empresas que tentam tirar Certificação em CHUCK NORRIS. Em vão.
  • CHUCK NORRIS tem IGNORE CONTRAINTS automático. Ninguém restringe nada a CHUCK NORRIS. Ninguém.
  • CHUCK NORRIS SABE qual o problema de performance do banco. Ele só está dando uma chance do banco se arrepender. 5… 4… 3…
  • CHUCK NORRIS não cria STORED PROCEDURES. Todas suas Queries já se armazenam no banco, tentanto se esconder. Mas é inútil.

    CHUCK NORRIS não faz Modelo de Dados. Ele encara o banco até que ele faça o modelo sozinho.

  • CHUCK NORRIS instala o ORACLE sem a interface gráfica. E sem a interface texto. (Pergunte a ele você!)

    CHUCK NORRIS não dá DROP TABLE. Ele dá ROUNDHOUSE KICK TABLE.

  • MSSQL SERVER É muito mais rápido que ORACLE. Basta que o DBA seja CHUCK NORRIS.
  • Uma vez adaptaram o ROUNDHOUSE KICK para o ORACLE. Assim nasceu o TRUNCATE TABLE.
  • Uma vez CHUCK NORRIS deu um ROUNDHOUSE KICK em um banco poderoso. Hoje ele é conhecido por ACCESS.
  • SELECT SUM (FORÇA) FROM CHUCK_NORRIS; Internal error. Don ‘ t call the support.
  • SELECT CHUCK_NORRIS; Drop database sucessful.
  • SELECT ROUNDHOUSE_KICK FROM CHUC… Lost connection.
  • DELETE FROM CHUCK_NORRIS. Not Found. (Ele está atras de você, a ponto de dar um ROUNDHOUSE KICK!!!)
  • Se disser ao DBA CHUCK NORRIS que ” o problema está no banco “, é melhor que esteja se referindo ao Itaú.
  • TRIGGERS tem este nome porque CHUCK NORRIS sempre ameaçava atirar no banco quando ele não fazia algo automático.
  • Megabyte, Gigabyte, Terabyte, Petabyte, Exabyte, Chuckbite.
  • ORACLE tem as versões Personal, Standard, Enterprise e ChuckNorris Edition. Mas nenhum computador é rápido o suficiente para rodá-lo.

E era isso …..

Kenia Milene





Scripts Úteis Para o Dia a Dia no Oracle (CANIVETE SUIÇO)

20 02 2009

Ola Galera,

Bom pra quem é dba sabe que não se vive sem aqueles scripts que nos auxiliam no dia a dia, afinal não é todo mundo que tem toad ou alguma ferramenta gráfica por perto ou mesmo homologado pela empresa.

Então .. La vai um pequeno canivete suíço para lidar com o oracle.

VARIAVEIS DE AMBIENTE

CONN SYSTEM@INSTANCIA
SPOOL C:\LOGS

SET ECHO ON
SET TIMING ON
SET LINES 1000
SET SQLBL ON

ALTER SESSION SET NLS_DATE_FORMAT = ‘DD/MM/YYYY HH24:MI:SS’;
SELECT SYSDATE FROM DUAL;
SHOW USER

– VERIFICA INSTANCIA

SELECT * FROM GLOBAL_NAME;

DUMP

– VERIFICAR QUAIS SÃO OS USUÁRIOS DO SISTEMA

SELECT USERNAME FROM DBA_USERS
WHERE USERNAME LIKE ‘USER%‘;

– CONTA OBJETOS DO SCHEMA

SELECT COUNT(OBJECT_TYPE), OBJECT_TYPE
FROM DBA_OBJECTS
WHERE OWNER LIKE ‘USER%
GROUP BY OBJECT_TYPE;
SPOOL OFF

– NO TERMINAL LINUX

$export ORACLE_SID=INSTANCE

$exp system@INSTANCE BUFFER=1000000 FILE=EXP_INSTANCE_USER_DATA.DMP LOG=EXP_INSTANCE_USER_DATA.LOG OWNER=USUÁRIOS LISTADOS CONSISTENT=Y

gzip EXP_INSTANCE_USER_DATA*

DESATIVAÇÃO DE UM SCHEMA

– VERIFICAR SE TEM ALGUM USUÁRIO USANDO O SISTEMA

SELECT SADDR, SID, USERNAME, LOGON_TIME, STATUS, OSUSER, MACHINE, PROGRAM
FROM V$SESSION
WHERE USERNAME LIKE ‘USER%‘;

– VERIFICAR QUAIS SÃO OS USUÁRIOS DO SISTEMA

SELECT USERNAME FROM DBA_USERS
WHERE USERNAME LIKE ‘USER%‘;

– VERIFICA ATRIBUTOS DO USUÁRIO

SELECT * FROM DBA_USERS
WHERE USERNAME LIKE ‘USER%‘;
SELECT * FROM DBA_TAB_PRIVS
WHERE GRANTOR LIKE ‘USER%‘;

– VERIFICA PREVILEGIOS DO USUÁRIO

SELECT * FROM DBA_SYS_PRIVS
WHERE GRANTEE LIKE ‘USER%‘;
SELECT * FROM DBA_ROLE_PRIVS
WHERE GRANTEE LIKE ‘USER%‘;

– CONTA OBJETOS DO SCHEMA

SELECT COUNT(OBJECT_TYPE), OBJECT_TYPE
FROM DBA_OBJECTS
WHERE OWNER LIKE LIKE ‘USER%
GROUP BY OBJECT_TYPE;

– DESATIVA USUÁRIO

ALTER USER USER ACCOUNT LOCK;
ALTER USER USER PASSWORD EXPIRE;

– VERIFICA STATUS DA CONTA

SELECT USERNAME, ACCOUNT_STATUS FROM DBA_USERS
WHERE USERNAME LIKE ‘USER%’;
SPOOL OFF

DESATIVAÇÃO DE UMA INSTANCIA

– VERIFICAR SE TEM ALGUM USUÁRIO USANDO O SISTEMA

SELECT SADDR, SID, USERNAME, LOGON_TIME, STATUS,
OSUSER, MACHINE, PROGRAM
FROM V$SESSION;

– VERIFICAR QUAIS SÃO OS USUÁRIOS DO SISTEMA

SELECT USERNAME FROM DBA_USERS ;

– VERIFICA ATRIBUTOS DO USUÁRIO

SELECT * FROM DBA_USERS;

SELECT * FROM DBA_TAB_PRIVS;

– VERIFICA PREVILEGIOS DO USUÁRIO

SELECT * FROM DBA_SYS_PRIVS;

– VERIFICA PREVILEGIOS DE ROLE

SELECT * FROM DBA_ROLE_PRIVS;

– CONTA OBJETOS DO SCHEMA

SELECT COUNT(OBJECT_TYPE), OBJECT_TYPE
FROM DBA_OBJECTS
GROUP BY OBJECT_TYPE;

– NO TERMINAL

EXPORT ORACLE_SID=INSTANCE

SQLPLUS / AS SYSDBA

SQL> SHUTDOWN IMMEDIATE;

EXECUÇÃO DE SCRIPT

– VERIFICAR QUAIS SÃO OS USUÁRIOS DO SISTEMA

SELECT USERNAME FROM DBA_USERS
WHERE USERNAME
LIKE ‘USER%;

– VERIFICA SE O OBJETOS JÁ EXISTE

SELECT OWNER, OBJECT_NAME, OBJECT_TYPE,
CREATED, LAST_DDL_TIME, STATUS
FROM ALL_OBJECTS
WHERE OWNER LIKE ‘USER%
AND OBJECT_NAME = ‘OBJECT_NAME’;

– CONTA OBJETOS DO SCHEMA

SELECT COUNT(OBJECT_TYPE), OBJECT_TYPE
FROM DBA_OBJECTS
WHERE OWNER LIKE ‘USER%
GROUP BY OBJECT_TYPE;

– CONTA OBJETOS INVALIDOS

SELECT COUNT (*)
FROM DBA_OBJECTS
WHERE STATUS=’INVALID’
AND OWNER LIKE ‘USER%‘;

– VERIFICA OBJETOS INVALIDOS

SELECT OBJECT_TYPE, OBJECT_NAME, STATUS
FROM DBA_OBJECTS
WHERE STATUS=’INVALID’
AND OWNER LIKE ‘USER%‘;

– EXECUTA O SCRIPT

CONN USER@INSTANCE

@C:\CAMINHO\SCRIPT.SQL

CONN SYSTEM@INSTANCE

– VERIFICA SE O OBJETOS JÁ EXISTE

SELECT OWNER, OBJECT_NAME, OBJECT_TYPE,
CREATED, LAST_DDL_TIME, STATUS
FROM ALL_OBJECTS
WHERE OWNER LIKE ‘USER%
AND OBJECT_NAME = ‘OBJECT_NAME’;
SELECT * FROM DBA_TAB_PRIVS
WHERE GRANTOR LIKE ‘USER%’;

– CONTA OBJETOS DO SCHEMA

SELECT COUNT(OBJECT_TYPE), OBJECT_TYPE
FROM DBA_OBJECTS
WHERE OWNER LIKE ‘USER%
GROUP BY OBJECT_TYPE;

– CONTA OBJETOS INVALIDOS

SELECT COUNT (*)
FROM DBA_OBJECTS
WHERE STATUS=’INVALID’
AND OWNER LIKE ‘USER%‘;

– VERIFICA OBJETOS INVALIDOS

SELECT OBJECT_TYPE, OBJECT_NAME, STATUS
FROM DBA_OBJECTS
WHERE STATUS=’INVALID’
AND OWNER LIKE ‘USER%‘;

– GERA SCRIPTS DOS OBJETOS INVALIDOS

SELECT ‘ALTER’||’ ‘|| OBJECT_TYPE ||’ ‘||OWNER ||’.'|| OBJECT_NAME || ‘ COMPILE;’
FROM DBA_OBJECTS
WHERE STATUS=’INVALID’
AND OWNER LIKE ‘USER%‘;

– VERIFICA OBJETOS INVALIDOS

SELECT OBJECT_NAME, OBJECT_TYPE, STATUS
FROM DBA_OBJECTS
WHERE STATUS=’INVALID’
AND OWNER LIKE ‘USER%‘;
SPOOL OFF

CRIACAO DE USUÁRIO

– VERIFICAR SE EXISTE ESSE USUÁRIO NO SISTEMA

SELECT USERNAME FROM DBA_USERS
WHERE USERNAME LIKE ‘USER%‘;

– CRIAR A TABLESPACE PARA O USUÁRIO

CREATE TABLESPACE INSTANCE_SCHEMA_01
DATAFILE ‘CAMINHO/INSTANCE_SCHEMA.DBF’ SIZE 64M
AUTOEXTEND ON NEXT 1M
SEGMENT SPACE MANAGEMENT AUTO;

– VERIFICA SE TEM ALGUMA ROLE PARA ESSE USUÁRIO

SELECT * FROM DBA_ROLES WHERE ROLE LIKE ‘%USER%‘;

SELECT * FROM DBA_SYS_PRIVS WHERE LIKE ‘%USER%‘;

SELECT * FROM DBA_TAB_PRIVS WHERE LIKE ‘%USER%‘;

– CRIAR O USUÁRIO

CREATE USER USER
IDENTIFIED BY ‘SENHA
DEFAULT TABLESPACE INSTANCE_SCHEMA_01
TEMPORARY TABLESPACE TEMP;

– APLICA GRANT

GRANT RESOURCE, CONNECT TO USER;

– VERIFICAR SE O USUÁRIO FOI CRIADO

SELECT * FROM DBA_USERS
WHERE USERNAME LIKE ‘USER%‘;

– VERIFICA ROLES DO USUARIO CRIADO

SELECT * FROM DBA_SYS_PRIVS
WHERE GRANTEE LIKE ‘USER%‘;
SELECT * FROM DBA_ROLE_PRIVS
WHERE GRANTEE LIKE ‘USER%‘;

ALTERAR SENHA

– VERIFICAR OS USUÁRIOS DO SISTEMA

SELECT * FROM DBA_USERS
WHERE USERNAME LIKE ‘USER%‘;

– ALTERA A SENHA

ALTER USER USER IDENTIFIED BY ‘SENHA‘;

– VERIFICAR OS USUÁRIOS DO SISTEMA

SELECT * FROM DBA_USERS
WHERE USERNAME LIKE ‘USER%‘;
SPOOL OFF

E era isso ai pessoal, espero que seja útil !!
Se alguém tiver mais algum script bacana só postar lá nos comentários !!

Abraços
Kenia Milene





Procedimento de Instalação do Oracle 9i (9.2.0.7.0) no Red Hat Linux Enterprise AS4

28 10 2008

Pois é minha gente …. já estamos no 11G mas temos muitas bases de produção em 9i, e o que fazemos em um caso de crash do servidor onde temos que reinstalar sistema operacional, banco .. TUDO !!!!!!
Como diria o poeta Carlos Drummond de Andrade:

“ E agora, José?

A festa acabou,

a luz apagou,

o povo sumiu,

a noite esfriou,

e agora, José?

e agora, Você? …”

Agora amiguinho senta la na frente do servidor e mão na massa !!!!

Bom .. o Marcos Camargo – DBA Oracle me enviou um procedimento de instalação do Oracle 9i no Red Hat Enterprise (Case dele) que acho bacana publicar, afinal …. pode ser útil !!!!

01. Instalar o RedHat AS4 no servidor

Configuração de Hardware:

- ITAUTEC 1140S
- P4 2.8 (Ghz 200 x 14.0)
– RAM 512 MB
- BIOS 925 x/XENEO w705311cv1.7b

Verificar qual o tipo de Sistema Operacional

# uname –a
# rpm -qa –queryformat “%{NAME}-%{VERSION}-%{RELEASE}.%{ARCH}\n” | sort

02. Instalar os Componentes de SO Requeridos

Verificar a “Nota 303859.1 – Requirements for Installing Oracle 9iR2 on RHEL 4″

2.1. Minimum Software Requirement

Componentes de SO requeridos

- compat-db-4.1.25-9
- compat-gcc-32-3.2.3-47.3

- compat-gcc-32-c++-3.2.3-47.3

- compat-oracle-rhel4-1.0-3

- compat-libcwait-2.0-1
- compat-libgcc-296-2.96-132.7.2

- compat-libstdc++-296-2.96-132.7.2

- compat-libstdc++-33-3.2.3-47.3
- gcc-3.4.3-9.EL4
- gcc-c++-3.4.3-9.EL4

- gnome-libs-1.4.1.2.90-44
- gnome-libs-devel-1.4.1.2.90-44
- libaio-devel-0.3.102-1

- libaio-0.3.102-1

- make-3.80-5

- openmotif21-2.1.30-11

- xorg-x11-deprecated-libs-devel-6.8.1-23.EL
- xorg-x11-deprecated-libs-6.8.1-23.EL

Baixar o “Patch 4198954 – COMPATIBILITY PACKAGES FOR ORACLE ON RHEL 4″

- Descompactar e executar:

# unzip p4198954_40_LINUX.zip
# rpm -ihv compat-oracle-rhel4-1.0-5.i386.rpm
# rpm -ihv compat-libcwait-2.1-1.i386.rpm

Depois de instalar o Patch 4198954, alguns erros podem ocorrer no Shutdown e Startup do servidor.

2.2. Environment

Variável de configuração requerida

# export LD_ASSUME_KERNEL=2.4.19(.bash_profile do oracle)

Verificar os parâmetros dos semáforos
# cat /etc/sysctl.conf

Alterar as configurações do kernel em /etc/sysctl.conf

#nome do host completo !!
kernel.hostname = yourhost.yourdomain.com

#nome correto do domínio !!
kernel.domainname = yourdomain

fs.file-max = 327679

Semáforos requeridos do kernel:

# echo 100 > semmni
# echo 256 > semmns
# echo 100 > semopm
# echo 100 > semmsl
# echo 100 > shmmni
# echo 2097152 > shmall
# echo 2147483648 > shmmax

Para ativar as novas configurações

# sysctl -p

O comando deve mostrar o nome do host completo

# hostname
hostname.domainname

Os seguintes ajustes do ambiente são requeridos para o usuário do Unix que executa a instalação (por exemplo oracle)

# umask
0022

# echo $LD_ASSUME_KERNEL
2.4.19

Se algum pacote de Java estiver instalado no sistema, desconfigure todas as variáveis de ambiente de Java (por exemplo JAVA_HOME).

O usuário do Unix que executa a instalação (por exemplo oracle) não deve mandar o Oracle instalar as variáveis relacionadas ajustadas pelo defeito. Por exemplo, ajustando ORACLE_HOME, o PATH, LD_LIBRARY_PATH para incluir binários do Oracle em .profile , .bash_profile , .log na lima e /etc/profile.d devem completamente ser evitados.

Mover a biblioteca e alterar o path

# mv /usr/lib/libcwait.so /lib/libcwait.so

# cat /etc/ld.so.preload
/usr/lib/libcwait.so (*** Alterar esta linha para /lib/libcwait.so )

# vi /etc/ld.so.preload

Depois da alteração, o arquivo deverá mostrar:

# cat /etc/ld.so.preload
/lib/libcwait.so

Adicionar os parametros de semáforos

# cd /proc/sys/kernel

echo 100 32000 100 100 > sem
echo 2147483648 > shmmax
echo 4096 > shmmni
echo 2097152 > shmall
echo 65536 > /proc/sys/fs/file-max

ulimit -n 65536

echo 1024 65000 > /proc/sys/net/ipv4/ip_local_port_range

ulimit -u 16384

Executar o comando para ativar estas novas configurações

# sysctl -p

03. Criar diretórios

# mkdir /ora9i

04. Copiar as mídias para o diretório

# cp /media/cdrom/ship_9204_linux_disk1.cpio.gz /ora9i/
# cp /media/cdrom/ship_9204_linux_disk2.cpio.gz /ora9i/
# cp /media/cdrom/ship_9204_linux_disk3.cpio.gz /ora9i/

05. Criar os usuários e grupos necessários para instalação e administração do Banco

# groupadd dba
# groupadd oinstall
# groupadd oper
# useradd -c DBA -g oinstall -G dba oracle

Isto irá criar o user “oracle” com o grupo primário “oinstall” e secundário “dba”

06. Criar os diretórios do Oracle para instalação

# mkdir /u01 /u02
# chown oracle.dba /u01 /u02
# chmod 755 /u01 /u02

07. Criar uma senha para o usuário “oracle”

# passwd oracle

New UNIX password:
Retype new UNIX password:

08. Criar as variáveis de ambiente para o user oracle

# su – oracle

$ pwd
/home/oracle

$ ls –la

Editar .bash_profile e incluir as seguintes abaixo

$ vi .bash_profile
ORACLE_BASE=/u01/app/oracle
ORACLE_HOME=/u01/app/oracle/product/9.2.0.7.0

*** muda conforme o banco a ser criado ***
ORACLE_SID=prd

PATH=$PATH:$ORACLE_HOME/bin
LD_ASSUME_KERNEL=2.4.19
LD_LIBRARY_PATH=$LD_LIBRARY_PATH:$ORACLE_HOME/bin:$ORACLE_HOME/network/lib

export PATH ORACLE_BASE ORACLE_HOME ORACLE_SID
export LD_LIBRARY_PATH LD_ASSUME_KERNEL

09. Alterar o owner/grupo Recursivamente dos diretórios

# chown -R oracle.oinstall /ora9i
# chown -R oracle.oinstall /Download_Oracle9i

10. As Mídias

Descompactar as mídias em /ora9i como usuário oracle

$ gunzip ship_9204_linux_disk1.cpio.gz
$ gunzip ship_9204_linux_disk2.cpio.gz
$ gunzip ship_9204_linux_disk3.cpio.gz

queimar as mídias

$ cpio -idmv < ship_9204_linux_disk1.cpio
$ cpio -idmv < ship_9204_linux_disk2.cpio
$ cpio -idmv < ship_9204_linux_disk3.cpio

11. Executar a instalação com Oracle Universal Installer

** DESATIVE A TECLA NUM LOCK, SENÃO A INSTALAÇÃO FICA TRAVADA !!! ***
Essa foi uma indicação do suporte da Oracle !!!

** Por problemas causados pelo o dicionário de dados Oracle, o export/import não funciona corretamente. Deve-se instalar, atualizar e depois criar os bancos desejados. ***

$ cd /ora9i/Disk1
$ ll

$ ./runInstaller

Quando for solicitado, abrir outra janela e logar com root.

$ su – root
login:

Como root:

# cd /u01/app/oracle/product/9.2.0.7.0
# ./root.sh

12. Aplicar o patchset 9.2.0.7

$ mkdir /ora9i/patch_set_9207

Copiar do CD01 o arquivo p4163445_9207_LINUX.zip

$ cd /ora9i/patch_set_9207
$ unzip p4163445_9207_LINUX.zip
$ cd disk1

Selecionar o OraHome

$ ./runInstaller

Executar numa janela em separado

$ root.sh

13. Dicas úteis

* character set.: WE8ISO8859P1

* diretório_base: /u01/app/oracle/product/9.2.0.7.0

* grupo unix….: oinstall

* database file.: /u01/app/oracle/oradata

* ativar console:

$ cd $ORACLE_HOME/bin
$ oemapp console

* Verificar a configuração do listener.ora

* para ativar/desativar via dbstart/dbshut

* Comentar no sqlnet.ora

### SQLNET.AUTHENTICATION_SERVICES= (NTS) ### SR.6242748.993 – 08/04/2007 ###

É é isso ai pessoal ..

Marcos, Obrigado por contribuir com o Blog, e as duvidas que o pessoal postar fique a vontade pra responder !!!!

Kenia Milene





Exportar e importar dados do SQL Server com linha de comando (BCP)

15 10 2008

 Bom amigos … todos conhecem o SQL Server e todas as suas ferramentas gráficas não é mesmo ????

 Pois existe uma maneira rápida, fácil e pratica de exportar (dump) e importar (restore) de uma base de dados SQL Server sem usar essas pesadas ferramentas.

O BCP (Bulk Copy Program) nos da à possibilidade de exportação e importação de dados através de uma simples linha de comando.

Para facilitar a vida é mais pratico criar arquivos bat que segue abaixo:

 

Exportanto

 

Bcp_exp.bat

 

Set Server=IP

Set DbUser=sa

Set DbPwd=SENHA

 

Bcp BD..TABELA OUT CAMINHO\tabela.bcp –o CAMINHO\tabela.log_exp –S%Server% -U%DbUser% -P%DbPwd% -c

Bcp BD..TABELA2 OUT CAMINHO\tabela2.bcp –o CAMINHO\tabela2.log_exp –S%Server% -U%DbUser% -P%DbPwd% -c

 

pause

 

Muito importante lembrar que existem problemas de versão, ou seja, exportação e importação entre Sql Server 2000 e 2005. Sendo assim para que não existam problemas, usamos o parâmetro –c

 

Importando

 

Bcp_imp.bat

 

Set Server=IP

Set DbUser=sa

Set DbPwd=SENHA

 

Bcp BD..TABELA IN CAMINHO\tabela.bcp –o CAMINHO\tabela.log_imp –S%Server% -U%DbUser% -P%DbPwd% -c

Bcp BD..TABELA2 IN CAMINHO\tabela2.bcp –o CAMINHO\tabela2.log_imp –S%Server% -U%DbUser% -P%DbPwd% -c

 

pause

 

PS: Substitua os valores em azul negrito pelos seus dados

E era isso ….

Boa Sorte !!!

 

Kenia Milene





Instalando e Implementando DBI-LINK no PostgreSQL

29 05 2008

Existem ocasiões onde temos 2 servidores distintos e precisamos de um merge dessas informações, como obter o retorno de um select se tenho dados em 2 servidores separados ???????

Seus problemas acabaram!!!! … Nesse caso temos 2 soluções DBLINK e DBI-LINK, sendo que se os 2 servidores forem postgres, use dblink mas se um for postgres e outro for Oracle, Mysql ou seja la qual banco … usamos o dbi-link.

Vendo o site da pgcon 2008 Internacional achei uma palestra muito bacana do David Fetter sobre o DBI-LINK 3.0 resolvi testar esse bicho … e querem saber ??? é muito bacana !!!!!!.

Antes de começar só vamoslembrar que quando usamos esse tipo de recurso temos que levar em conta que ficamos “refens” da rede, seja interna ou externa, uma vez que as informações estão em servidores distintos

Instalando o postgres

Baixando pacotes

# aptitude install ssh
# aptitude install gcc
# aptitude install make
# aptitude install libreadline-dev
# aptitude install zlib1gdev
# aptitude install zlibc
# aptitude install zlib1g-dev
# aptitude install libio-zlib-perl
# aptitude install perl
# aptitude install libyaml-perl
# aptitude install libconfig-yaml-perl
# aptitude install libyaml-syck-perl
# aptitude install libtest-yaml-meta-perl
# aptitude install libtest-yaml-valid-perl

Compilando
$ tar -xvzf postgresql-8.3.1.tar.gz

$ mv postgresql-8.3.1 postgresql-8.3
$ cd postgresql-8.3
$ cd src/include/
$ vi pg_config_manual.h

#define BLCKSZ 8192 – Usado em BI por isso o bloco de gravação é maior
#define BLCKSZ 4096 –
Usado em Transacionais por isso o bloco de gravação é menor

$ cd ../../
$ ./configure –prefix=/home/postgres/postgresql-8.3 –with-python –with-perl
$ make $$ make install

Criando o cluster

O diretório pg83 deve ser criado para alocar o novo cluster

$ mkdir -p /postgres/pg83/dados/
$ /home/postgres/postgresql-8.3/bin/initdb -D /postgres/pg83/dados/ –encoding=latin1

Subindo o banco

$ cd /postgres/pg83/dados/
$ /home/postgres/postgresql-8.3/bin/pg_ctl -D . start

Baixando os pacotes para para DBI-LINK

Para esse procedimento são necessários 2 pacotes: DBI-LINK e o DBD-Pg

Instalando os pacotes

Esse recurso para ser instalado necessita de alguns pré requisitos, ou seja, alguns pacotes instalados:

DBI-LINK

build, test, and install Perl 5 (at least 5.6.1)

BDB-PG

build, test, and install Perl 5 (at least 5.6.1)
build, test, and install the DBI module (at least 1.52)

build, test, and install PostgreSQL (at least 7.4)
build, test, and install Test::Simple (at least 0.47)

Descompacte os pacotes e execute o Makefile.pl para que a instalação seja feita:

$ tar – xvjf dbi-link-2.0.0.tar.bz2
$ cd dbi-link-2.0.0
$ perl Makefile.PL
Writing Makefile for dbi-link

$ tar -xvzf DBD-Pg-2.7.2.tar.gz

O Makefile padrão usa algumas variáveis que devem ser definidas antes da instalação:
POSTGRES_HOME
– Instalação do PostgreSQL
POSTGRES_LIB
– bilbiotecas do PostgreSQL
POSTGRES_INCLUDE
– Diretório de include do PostgreSQL

Para fazer o export das variáveis:

$ export POSTGRES_LIB=”/home/postgres/postgresql-8.3/lib/”
$ export POSTGRES_HOME=”/home/postgres/postgresql-8.3/”
$ export POSTGRES_INCLUDE=”/home/postgres/postgresql-8.3/include/”

Os primeiros passos da instalação devem ser feitos com o usuário comum postgres:

$ cd DBD-Pg-2.7.2
$ perl Makefile.PL
Configuring DBD::Pg 2.7.2
PostgreSQL version: 80301 (default port: 5432)
POSTGRES_HOME: /home/postgres/postgresql-8.3/
POSTGRES_INCLUDE: /home/postgres/postgresql-8.3/include/
POSTGRES_LIB: /home/postgres/postgresql-8.3/lib/
OS: linux
Checking if your kit is complete…
Looks good
Using DBI 1.604 (for perl 5.010000 on i486-linux-gnu-thread-multi) installed in /usr/lib/perl5/auto/DBI/
Writing Makefile for DBD::Pg

$ make

O make install criará alguns diretórios em locais de sistema que não é permitido a usuário comum, sendo assim execute-o com o usuário root

# make install

Files found in blib/arch: installing files in blib/lib into architecture dependent library tree
Installing /usr/local/lib/perl/5.10.0/auto/DBD/Pg/Pg.so
Installing /usr/local/lib/perl/5.10.0/auto/DBD/Pg/Pg.bs
Installing /usr/local/lib/perl/5.10.0/Bundle/DBD/Pg.pm
Installing /usr/local/lib/perl/5.10.0/DBD/Pg.pm
Installing /usr/local/man/man3/Bundle::DBD::Pg.3pm
Installing /usr/local/man/man3/DBD::Pg.3pmWriting /usr/local/lib/perl/5.10.0/auto/DBD/Pg/.packlist
Appending installation info to /usr/local/lib/perl/5.10.0/perllocal.pod

Adicionando um DBI-LINK

Antes de tudo é necessário criar a linguagem plperl no banco em questão, pois o dbi-link foi desenvolvido em PL/PERL.

$ createlang plperlu portgres

Agora rode o script que criará toda estrutura dbi-link

$ psql -p 5432 < /home/postgres/dbi-link-2.0.0/dbi_link.sql

Note que no banco foi criado o schema dbi_link, com 3 tabela, 26 funções e 1 trigger

Adicionando uma conexão Remota

MYSQL

Criando nova conexão

SELECT dbi_link.make_accessor_functions(
‘dbi:mysql:database=teste;host=localhost’,Driver:banco:host
‘root’, – usuário
”, – senha
‘— AutoCommit: 1 RaiseError: 1 ‘,
– atributos do banco remoto
NULL,
– ambiente de conexão
NULL,
– schema remoto
NULL
, — catalogo remoto
‘teste’
— schema local

Usando a conexão

SELECT * FROM teste.tabela;

Transferindo dados de um banco para outro

É possivel transferir dados direto de um banco para outro, porém com algumas restrições (que serão resolvidas futuramente, segundo o desenvolvedor). Todos os dados retornados do banco externo são formato text, sendo assim ou a tabela destino tem os campos text ou trate as informações antes de fazer a inserção.

CREATE SCHEMA testepg
AUTHORIZATION postgres;
GRANT ALL ON SCHEMA testepg TO postgres;

CREATE TABLE testepg.tabela
(
campo1 character varying,
campo2 character varying,
campo3 character varying,
campo4 date,
campo5 character varying,
campo6 text
CONSTRAINT tabela_pk PRIMARY KEY (campo1)
)
WITH (OIDS=FALSE);
ALTER TABLE testepg.tabela OWNER TO postgres;

INSERT INTO testepg.tabela
(SELECT campo1:: character varying,
campo1:: character varying,
campo2:: character varying,
campo3:: date,
campo4:: character varying,
campo5:: text
FROM teste.tabela
WHERE campo1 = ‘XXX’);

Bom .. por hoje é só pessoal !!!!!!
PS: vou fazer mais algumas brincadeiras com o DBI-LINK e posto aqui.
PS2: Conversei com o David e vou traduzir o pacote dele !!!

Kenia Milene





Particionamento de Tabelas no PostgreSQL

26 05 2008

Quando temos uma tabela muito grande, ou seja com milhões de linhas a melhor opção é particiona-la para uma melhor performance do banco. Para isso, é necessário algumas regras na tabela principal e criar as tabelas auxiliares:

Veja abaixo.

1 – Crie a tabela principal

CREATE TABLE salario(
funcionario numeric(10) NOT NULL,

centro_custo character varying(10) NOT NULL,
valor_resultado numeric(13,2),
data_evento date,
evento numeric(3),
conta numeric(10),cargo numeric(5)
)
WITH (OIDS=TRUE);

2 – Crie as tabelas particionadas para inserção dos dados, sendo que as mesmas devem herdar as caracteristicas da tabela principal, para isso usamos o () INHERITS

–JANEIRO

CREATE TABLE salario_jan () INHERITS (salario);

–FEVEREIRO

CREATE TABLE salario_fev () INHERITS (salario);

……………………..

–DEZEMBRO

CREATE TABLE salario_dez () INHERITS (salario);

3 – Crie a regra que no caso de uma tabela de pagamentos de funcionarios, Nesse caso, o campo referencia é a data de pagamento tendo base o mês. Sendo assim crie uma rule para cada mês, onde a cada insert feito na tabela mãe … os dados são filtrados e inseridos em cada tabela filha correspondende ao mês.

– JANEIRO

CREATE OR REPLACE RULE insert_jan AS
ON INSERT TO salario

WHERE date_part (‘month’::text, new.data_evento)=1

DO INSTEAD INSERT INTO salario_jan (funcionario, centro_custo, valor_resultado, data_evento, evento, conta, cargo)
VALUES (new.funcionario, new.centro_custo, new.valor_resultado, new.data_evento, new.evento, new.conta, new.cargo);

– FEVEREIRO

CREATE OR REPLACE RULE insert_fev AS
ON INSERT TO salario
WHERE date_part(‘month’::text, new.data_evento)=2
DO INSTEAD INSERT INTO salario_fev (funcionario, centro_custo, valor_resultado, data_evento, evento, conta, cargo)
VALUES (new.funcionario, new.centro_custo, new.valor_resultado, new.data_evento, new.evento, new.conta, new.cargo);

……………………………

– DEZEMBRO

CREATE OR REPLACE RULE insert_dez AS
ON INSERT TO salario
WHERE date_part(‘month’::text, new.data_evento)=12
DO INSTEAD INSERT INTO salario_dez (funcionario, centro_custo, valor_resultado, data_evento, evento, conta, cargo)
VALUES (new.funcionario, new.centro_custo, new.valor_resultado, new.data_evento, new.evento, new.conta, new.cargo);

Explicando …

A função data_part, vai extrair uma determinada parte da data a ser imposta pela regra.

No caso desse particionamento a referencia é o mês. Sendo assim no momento do insert, será verificado o mês em questão e redirecionado para tabela particionada correspondente.

É importante dizer que se um registro não atender a uma determinada regra, ele será inserido na tabela principal.

E que a tabela principal se comportará como uma tabela MERGE, sendo assim ela mostrará todos os registros !!

4 – Criando os Indices ..

Para a busca ser mais rápida é interessante a criação de indice nas tabelas particionadas.

– JANEIRO

CREATE INDEX salario_jan_idx
ON salario_jan
USING btree
(data_evento);

– FEVEREIRO

CREATE INDEX salario_fev_idx
ON salario_fev
USING btree
(data_evento);

………………………..

– DEZEMBRO

CREATE INDEX salario_dez_idx
ON salario_dez
USING btree
(data_evento);


4 – Criando as views …..

As views vão auxiliar na vizualização dos dados particionados por mês, sendo assim, algumas views são interessantes ….

View para cada mês CORRENTE.

CREATE OR REPLACE VIEW vw_salario_jan AS
SELECT a.funcionario, a.centro_custo, a.valor_resultado, a.data_evento, a.evento, a.conta, a.cargo
FROM salario_jan a
WHERE date_part(‘month’::text, data_evento) = 1
AND date_part(‘year’::text, data_evento) = now()
ORDER BY a.data_evento;

CREATE OR REPLACE VIEW vw_salario_fev AS
SELECT a.funcionario, a.centro_custo, a.valor_resultado, a.data_evento, a.evento, a.conta, a.cargo
FROM salario_fev a
WHERE date_part(‘month’::text, data_evento) = 2
AND date_part(‘year’::text, data_evento) = now()
ORDER BY a.data_evento;

—————–

CREATE OR REPLACE VIEW vw_salario_dez AS
SELECT a.funcionario, a.centro_custo, a.valor_resultado, a.data_evento, a.evento, a.conta, a.cargo
FROM salario_dez a
WHERE date_part(‘month’::text, data_evento) = 12
AND date_part(‘year’::text, data_evento) = now()
ORDER BY a.data_evento;

View de anos anteriores.

Para vizualização dos anos anteriores as seguintes views

CREATE OR REPLACE VIEW vw_salario_2006 AS
SELECT a.funcionario, a.centro_custo, a.valor_resultado, a.data_evento, a.evento, a.conta, a.cargo
FROM salario a
WHERE date_part(‘year’::text, a.data_evento) = 2006
ORDER BY a.data_evento;


CREATE OR REPLACE VIEW vw_salario_2007 AS
SELECT a.funcionario, a.centro_custo, a.valor_resultado, a.data_evento, a.evento, a.conta, a.cargo
FROM salario a
WHERE date_part(‘year’::text, a.data_evento) = 2007
ORDER BY a.data_evento;

CREATE OR REPLACE VIEW vw_salario_2008 AS
SELECT a.funcionario, a.centro_custo, a.valor_resultado, a.data_evento, a.evento, a.conta, a.cargo
FROM salario a
WHERE date_part(‘year’::text, a.data_evento) = 2008
ORDER BY a.data_evento;

View dos ultimos 6 meses apartir do 1o dia util

CREATE OR REPLACE VIEW vw_6meses_anteriores AS
SELECT a.funcionario, a.centro_custo, a.valor_resultado, a.data_evento, a.evento, a.conta,a.cargo
FROM salario a
WHERE a.data_evento >= (current_date – (date_part( ‘day’ , current_date)::integer -1)) – interval ‘6 months’
ORDER BY a.data_evento;

Bom … apartir dai .. é possivel a criação de varias views para ver os dados …
Espero que seja util para vcs como foi pra mim !!!!

Kenia Milene





Alterando Tablespace de Tabelas e Indices no PostgreSQL

14 03 2008

Bem, bem, bem ….
O uso de tablespace pode e muito ajudar na administração do banco. Com esse recurso conseguimos um valor mais preciso de volumetria, podemos também ( e é o mais recomendável) separar indices e dados.

Mundo Ideal ??? um disco só para indices e um só para dados assim não temos concorrência e ajudamos nosso amigo banco de dados.

O Postgres ao criar um objeto ele manda tudo para a tablespace padrão que é a pg_default, o que fiz foi criar 2 tablespaces a banco_data e a banco_idx e separar os objetos.

Com isso teremos dados de analise mais precisos e mais performance no banco.

Segue abaixo os scripts usados para essa façanha.

ALTERANDO AS TABELAS

– Cria TableSpace

CREATE TABLESPACE “banco_data” OWNER postgres LOCATION ‘/postgres/pg825/dados/pg_tblspc/banco_data’;

– verifica se as tablespaces foram criadas

SELECT spcname AS “Tablespace”,
pg_size_pretty(pg_tablespace_size (spcname)) AS “Tamanho”,
spclocation as “Caminho”
FROM pg_tableSpace;

– Gera Script para alterar tabelas

SELECT ‘ALTER TABLE’ ,n.nspname AS schemaname,’.', c.relname AS tablename, ‘SET TABLESPACE banco_data;’
FROM pg_class c
LEFT JOIN pg_namespace n ON n.oid = c.relnamespace
LEFT JOIN pg_tablespace t ON t.oid = c.reltablespace
WHERE c.relkind = ‘r’::”char”
AND nspname NOT IN
(‘dbateste’,'information_schema’,'pg_catalog’,'pg_temp_1′,’pg_toast’,'postgres’,'publico’,'public’)
ORDER BY n.nspname

– Confere alteracao das tabelas

SELECT n.nspname AS schemaname, c.relname AS tablename, t.spcname AS “Tablespace”
FROM pg_class c
LEFT JOIN pg_namespace n ON n.oid = c.relnamespace
LEFT JOIN pg_tablespace t ON t.oid = c.reltablespace
WHERE c.relkind = ‘r’::”char”
AND nspname NOT IN
(‘dbateste’,'information_schema’,'pg_catalog’,'pg_temp_1′,’pg_toast’,'postgres’,'publico’,'public’)
ORDER BY n.nspname, c.relname

– Verifica tabelas sem tablespace

SELECT n.nspname AS schemaname, c.relname AS tablename, t.spcname AS “Tablespace”
FROM pg_class c
LEFT JOIN pg_namespace n ON n.oid = c.relnamespace
LEFT JOIN pg_tablespace t ON t.oid = c.reltablespace
WHERE c.relkind = ‘r’::”char”
AND nspname NOT IN
(‘dbateste’,'information_schema’,'pg_catalog’,'pg_temp_1′,’pg_toast’,'postgres’,'publico’,'public’)
AND t.spcname IS NULL
ORDER BY t.spcname DESC

– Verifica tamanho da tablespace

SELECT spcname AS “Tablespace”,
pg_size_pretty(pg_tablespace_size (spcname)) AS “Tamanho”,
spclocation as “Caminho”
FROM pg_tableSpace;

ALTERANDO OS INDICES

– Cria TableSpace

CREATE TABLESPACE “banco_idx” OWNER postgres LOCATION ‘/postgres/pg825/dados/pg_tblspc/banco_idx’;

– verifica se as tablespaces foram criadas

SELECT spcname AS “Tablespace”,
pg_size_pretty(pg_tablespace_size (spcname)) AS “Tamanho”,
spclocation as “Caminho”
FROM pg_tableSpace;

– Verifica quais sao os indices ( Nao primarios) e o tamanho

SELECT n.nspname AS schemaname,c.relname AS tablename,
c.relpages::numeric * 4.096 / 1024::numeric AS espaco_mb
FROM pg_class c
LEFT JOIN pg_namespace n ON n.oid = c.relnamespace
LEFT JOIN pg_tablespace t ON t.oid = c.reltablespace
LEFT JOIN pg_index x ON x.indexrelid = c.oid
WHERE c.relkind = ‘i’::”char”
AND x.indisprimary != ‘t’
AND x.indisunique != ‘t’
AND nspname NOT IN
(‘dbateste’,'information_schema’,'pg_catalog’,'pg_temp_1′,’pg_toast’,'postgres’,'publico’,'public’)
ORDER BY n.nspname

– Gera Script para alterar indices

SELECT ‘ALTER INDEX’, n.nspname AS schemaname , ‘.’ ,c.relname AS tablename, ‘SET TABLESPACE banco_idx;’
FROM pg_class c
LEFT JOIN pg_namespace n ON n.oid = c.relnamespace
LEFT JOIN pg_tablespace t ON t.oid = c.reltablespace
LEFT JOIN pg_index x ON x.indexrelid = c.oid
WHERE c.relkind = ‘i’::”char”
AND x.indisprimary != ‘t’
AND x.indisunique != ‘t’
AND nspname NOT IN
(‘dbateste’,'information_schema’,'pg_catalog’,'pg_temp_1′,’pg_toast’,'postgres’,'publico’,'public’)
ORDER BY n.nspname

– Confere alteracao dos indices

SELECT n.nspname AS schemaname ,c.relname AS tablename,t.spcname AS “Tablespace”
FROM pg_class c
LEFT JOIN pg_namespace n ON n.oid = c.relnamespace
LEFT JOIN pg_tablespace t ON t.oid = c.reltablespace
LEFT JOIN pg_index x ON x.indexrelid = c.oid
WHERE c.relkind = ‘i’::”char”
AND x.indisprimary != ‘t’
AND x.indisunique != ‘t’
AND nspname NOT IN
(‘dbateste’,'information_schema’,'pg_catalog’,'pg_temp_1′,’pg_toast’,'postgres’,'publico’,'public’)
ORDER BY n.nspname

– Verifica indice sem tablespace

SELECT n.nspname AS schemaname ,c.relname AS tablename,t.spcname AS “Tablespace”
FROM pg_class c
LEFT JOIN pg_namespace n ON n.oid = c.relnamespace
LEFT JOIN pg_tablespace t ON t.oid = c.reltablespace
LEFT JOIN pg_index x ON x.indexrelid = c.oid
WHERE c.relkind = ‘i’::”char”
AND x.indisprimary != ‘t’
AND x.indisunique != ‘t’
AND nspname NOT IN
(‘dbateste’,'information_schema’,'pg_catalog’,'pg_temp_1′,’pg_toast’,'postgres’,'publico’,'public’)
AND t.spcname IS NULL
ORDER BY t.spcname DESC

– Verifica tamanho da tablespace

SELECT spcname AS “Tablespace”,
pg_size_pretty(pg_tablespace_size (spcname)) AS “Tamanho”,
spclocation as “Caminho”
FROM pg_tableSpace;

Espero que tenha ajudado
Kenia Milene





Criando Um Servidor de Banco de Dados PostgreSQL Bem Bacana Usando DEBIAN

18 01 2008

Bem bem bem ….
Tudo muito bom tudo muito bem …. maaaaaaaas …

Existe algum padrão ou regra para servidores Debian de Banco de Dados???
V
eja bem … !!!!!!

Não existe uma regra … mas algumas coisas são de bom tom ….

Desenhei um padrão que se que tornou bastante útil nos projetos … (sugestões são bem vindas)

  • Sistema Operacional

Debian 4 (ETCH) System Base (última versão estável ).

Por se tratar de um servidor de dados não é necessário a instalação do modo gráfico, precisamos do servidor mais enxuto possível, apenas com o system base.

elegance:~# cat /etc/debian_version
4.0

  • Partições

Instalar ao sistema operacional em uma particao suficiente e deixar o resto do espaço para que possamos arquitetar as partições para o Banco.

/pgbackup – Partição de backup
/postgres – Partição de dados (produção)
/pghomo – Partição de dados (Homologação/teste)
/pgdev – Partição de dados (Desenvolvimento)
/pg_log – Partição para log

Só lembrando que o ideal é que:

1 – Servidor de produção é um, desenvolvimento é outro e homologação é outro … Evite colocar todas as bases no mesmo servidor … isso afeta o desempenho.

2 – Para ter um servidor eficiente é indicado que cada partição esteja em um disco para não ter concorrência de IO

  • Kernel

Usar sempre a ultima versão estável do Kernel

elegance:~# uname -a
Linux HOST 2.6.18-5-686 #1 SMP Fri Jun 1 00:47:00 UTC 2007 i686 GNU/Linux

  • Source list

É imprescindível usar o source list estável padrão indicado na documentação.

elegance:~# cat /etc/apt/sources.list
# See sources.list(5) for more information, especialy
# Remember that you can only use http, ftp or file URIs
# CDROMs are managed through the apt-cdrom tool.
deb http://http.us.debian.org/debian stable main contrib non-free

deb http://security.debian.org stable/updates main contrib non-free

# Uncomment if you want the apt-get source function to work
#deb-src http://http.us.debian.org/debian stable main contrib non-free

#deb-src http://non-us.debian.org/debian-non-US stable/non-US main contrib non-free

  • Pacotes Adicionais

Sempre instalar o pacote linux-image-2.6-<arquitetura>, onde <arquitetura> é a família de processadores, como 686, por exemplo: esse pacote é virtual e sempre depende da última versão de kernel estável com todos os patches de segurança aplicados. Instalar o linux-image é saber quando é necessário atualizar o kernel. Isso acontece ao usar o aptitude upgrade fazendo com que o o pacote mais novo do kernel (quando existir) apareça como um upgrade.

elegance:~# aptitude install linux-image-2.6-686
elegance:~# aptitude install vim
elegance:~# vim /etc/vim/vimrc

syntax on
syntax on

elegance:~# aptitude install ssh
elegance:~# aptitude install gcc
elegance:~# aptitude install apticron

O apticron avisa que tem atualizações disponíveis, baixa as atualizações e deixa em cache localmente no servidor onde elas forem baixadas. Então aplique com aptitude upgrade.

elegance:~# aptitude install libreadline-dev
elegance:~# aptitude install zlib1gdev

Esses pacotes server para usar o TAB como complemento qdo usado o psql no shell

  • Usuários

postgres – Usuário do postgresql

elegance:~# adduser postgres

Esse usuário deve ser dono e grupo das partições postres e pg*

  • Rede (dominio / nome)

Identificar o servidor faz bem né !!!!

elegance:~# cat/etc/hosts
127.0.0.1 localhost
IP HOST.DOMINIO HOST

  • Variáveis de Ambiente

Configurar as variáveis de ambiente ajuda na administração do servidor.
As configurações abaixo foram feitas no usuário postgres que é adminitrador do PostgreSQL

elegance:~$ vi .bashrc
alias vi=’vim’

elegance:~$ vi /home/postgres/.bashrc
PG=$HOME/postgresql-8.2.5/bin
PATH=$PATH:/$PG
PAGER=/usr/bin/less
export PATH PG PAGER
LESS=”-S-N”

E Era isso !!!!

O André Lopes fez um post muito bacana sobre servidores Debian … Segue abaixo o link do post

http://www.andrelop.org/blog/2007/11/16/gerenciamento-de-atualizacoes-uma-solucao-simples-e-eficaz/

Kenia Milene





Projeto de Migração do PostgreSQL 8.1 pra 8.2.5 – FASE 4 : O Pavoroso Dia D !!

19 12 2007

Pois é minha gente vamos ao pavoroso dia D …
O dia que ninguém almoça, ninguém respira e ninguém dorme !!!

Bem .. posso dizer que essa migração foi bem tranqüila.

Para não esquecer algum passo eu fizemos uma especie de check list de migração. Segue abaixo os procedimentos

1 – Compila
Esse é um processo que já vimos anteriormente … sendo assim não tem mistério.

PS: Só lembrando que para compilação ocorrer se erros é necessário 2 pacotes … Caso ele não esteja instalado …. instale !!!

# aptitude install libreadline-dev
# aptitude install zlib-dev

$ tar -xvzf postgresql-8.2.5.tar.gz
$ cd postgresql-8.2.5
$ cd /src/include
$ vi pg_config_manual.h

$ cd ../../
$ ./configure –prefix=/home/postgres/postgresql-8.2.5 –with-python –with-perl
$ make
$ make install

2 – Cria o cluster
Esse passo também é tranqüilo

/home/postgres/postgresql-8.2.5/bin/initdb -D /pgteste/pg825/dados/ –encoding=latin1

3 – Cria o diretório pg_log
Bem .. isso é um passo que tem que se levado em consideração, senão todas as mensagens de log são exibidas na tela. Uma outra opção é mudar o diretório de log no postgresql.conf

$mkdir pg_log

4 – Copiar e imprimir o postgresql.conf da produção e compara com o novo (8.2.5). Basicamente nada muda, mas temos que nos atentar ao parâmetro DATESTYLE, pois nas versões anteriores a o formato da data é MDY e nessa nova versão é exibido como DMY. Isso pode causar sérios problemas la na frente.

scp -rv postgres@sd1cco:/postgres/pg812/dados/postgresql.conf .
lsten_addresses = ‘*’
port = 5432
max_connections = 25
shared_buffers = 300MB
work_mem = 100MB
search_path = ‘public’
datestyle = ‘iso, mdy

$cat /proc/sys/kernel/shmmax
841572800

5 – Muda as portas. Para não ter nenhum tipo de intervenção vamos mudar a porta padrão do atual banco de produção e no novo banco.

Antiga produção de 5432 para 5434 e novo de 5432 para 5436

6 – Altera o pg_hba.conf.

Colocar as configurações que estão em produção

7 – Copia o _database e o _deny. Arquivos esse que define quais usuários são permitidos acesso no banco.

8 – Mudar o /proc/sys/kernel/shmmax. Entende-se que esse parâmetro já foi modificado, pois nesse caso a nova versão vai rodar no mesmo servidor.

vi /etc/sysctl.conf
kernel.shmmax = <VALOR>
cat > /proc/sys/kernel/shmmax
<VALOR>
ctrl + d

9 – Sobe os bancos. Lembrando que estão subindo em portas diferentes do padrão.

/home/postgres/postgresql-8.2.5/bin/pg_ctl -D . start
/home/postgres/postgresql-8.1/bin/pg_ctl -D . start

10 – Altera a senha do postgres da nova versão

/home/postgres/postgresql-8.2.5/bin/psql -p 5436
postgres# ALTER Role postgres PASSWORD ‘SENHA’;
postgres# CREATE DATABASE BANCO
WITH OWNER = postgres
ENCODING = ‘LATIN1′;

11 – Altera o timezone do banco (isso somente no horário de verão)

ALTER DATABASE BANCO SET TimeZone=”Brazil/DeNoronha”;

12 – Para poder fazer a conexão é necessário configurar o pg_hba.conf

# “local” is for Unix domain socket connections only
local all all trust
# # IPv4 local connections:
host all all 127.0.0.1/32 trust
host all all 0.0.0.0/0 md5
# # IPv6 local connections:
host all all ::1/128 trust

13 – DUMPALL direto do banco de produção para o banco novo

/home/postgres/postgresql-8.2.5/bin/pg_dumpall -p 5434 -i | /home/postgres/postgresql-8.2.5/bin/psql -p 5436 -d pg03

Conferência pós migração

14 – Verifica se todos os objetos foram migrados. Esse passo é de extrema importância, pois todos os objetos devem estar no novo banco. Para isso basta apenas rodar a query abaixo nas 2 bases. (O Leo Cezar salvou o dia me ajudando a montar esse script … Obrigado Leo !!!!):

SELECT o.esquema,o.objecto,COUNT(o.nm_objecto) FROM
(
SELECT n.nspname AS “esquema”,
CASE c.relkind
WHEN ‘r’ THEN ‘TABELAS’
WHEN ‘v’ THEN ‘VISÃO’
WHEN ‘S’ THEN ‘SEQUENCE’
WHEN ‘i’ THEN ‘INDICE’
END as “objecto”,
c.relname as “nm_objecto”
FROM pg_catalog.pg_class c
LEFT JOIN pg_catalog.pg_namespace n ON n.oid = c.relnamespace
WHERE c.relkind IN (‘S’,'r’,'v’,'i’)
AND n.nspname NOT IN (‘dbateste’,'information_schema’,'pg_catalog’,'pg_temp_1′,
‘pg_toast’,'xmg’,'postgres’,'publico’,'public’)

UNION
SELECT trigger_schema AS “esquema”,

‘TRIGGER’ AS “objecto”,
trigger_name as “nm_objecto”

FROM information_schema.triggers

UNION
SELECT specific_schema AS “esquema”,

‘FUNÇÃO’ AS “objecto”,
specific_name as “nm_objecto”

FROM information_schema.routines
WHERE data_type <> ‘”trigger”‘

UNION

SELECT specific_schema AS “esquema”,
‘FUNÇÃO DE TRIGGER’ AS “objecto”,
specific_name as “nm_objecto”

FROM information_schema.routines
WHERE data_type = ‘”trigger”‘

) AS o
GROUP BY esquema,objecto
ORDER BY 1,2
;

15 – Muda o caminho do .bashrc. Precisamos mudar o path do postgres nessa etapa.

$ vi /home/postgres/.bashrc
PG=$HOME/postgresql-8.2.5/bin
PATH=$PATH:/$PG
PAGER=/usr/bin/less
export PATH PG PAGER

16 – É importante não esquece que o serviço não sobe automático, sendo assim é de extrema importância ter um script no init pra fazer esse trabalho. No caso desse projeto esses arquivos já existem, só alteramos o caminho para 8.2.5.

17 – É importante também não esquece dos backups, os comandos de dump devem apontar para o home da nova versão. No caso desse projeto alteramos os caminhos de onde os dumps são alocado para um diretório com o nome da nova versão.

18 – E por final, baixe o banco da versao 8.1, altere a porta da versão 8.2 e suba novamente.

19 – Por final, podemos acompanhar o andamento do banco através de algumas views que podemos criar para monitorar memória, disco, consulta corrente e muito mais. (O Marquinho criou algumas que facilitam a vida do pẽao !!!). Vou postar somente uma para dar água na boca.

View para verificar % de utilização de memória

CREATE OR REPLACE VIEW disco_mem AS

SELECT (sum(pg_stat_database.blks_hit) / sum(pg_stat_database.blks_read + pg_stat_database.blks_hit) * 100::numeric)::integer AS “% de Utilização de Mem”
FROM pg_stat_database;

COMMENT ON VIEW disco_mem IS ‘
Calcula através das estatisticas o percentual de utilização disco / memória.
Valores acima de 70% significa que o banco esta realizado mais tarefas em memória do que i/o em disco’;

E no final entre mortos e feridos sobrevivemos todos!!
Kenia Milene